Ajax Furioso – uma questão ontológica

A peça funda-se na pesquisa do domicílio de um poder interno que tem a força de nos afastar dos nossos próprios propósitos, da rede ou da teia formada pelos fios que animam o nosso corpo em momentos excitados, em que nos vemos a nós próprios indo à frente e, conscientes, somos incapazes de travar um corpo que age sem nos pedir conselho.

Ficha Artística

Dramaturgia
José Roseira

Coreografia
Mariana Amorim

Interpretação
Cláudia Eiras e Mariana Amorim

Sonoplastia
Gonçalo Rêgo e José Roseira

Desenho de Luz
Ricardo Alves

Co-produção
GDA, Zebra Hipermédia e Esquiva Companhia de Dança

Produção
Esquiva Companhia de Dança

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